Ballet à toda prova!

Estava disposta a procurar alguém que tivesse interesse em me ensinar a técnica. Claro, aos quarenta e tantos sabia que minha ponta jamais seria a ponta dos meus sonhos e que não faria piruetas e saltos perfeitos, mas queria conhecer os fundamentos, os passos e progredir, sim, dentro dos meus limites, mas progredir como qualquer estudante. Achei uma pequena turma numa sala do Sudoeste, no horário da manhã, agora, com uma professora mais madura. Gostei do que vi, da técnica e do astral da turma. Muitas mulheres com filhos; algumas estudantes e outras, profissionais de carreira. O problema é que o grupo variava muito; não tinha compromisso e esse é o grande, eu diria, o maior desafio de se man

Melhor, mas nem tanto!

A turma, agora, já era um pouco mais madura. Adolescentes e jovens adultas de nível intermediário acabavam por me obrigar a crescer na marra. Ainda me sentia meio excluída, mas estava determinada a seguir em frente. Sabia que nunca seria uma bailarina de verdade, mas queria crescer como aluna e colocar a arte na minha vida novamente. Mas, quando tudo começava a entrar nos eixos, por causa de mudanças de horário no trabalho, tive de abandonar a turma. Procurei toda possibilidade de me recolocar no ballet, mas não havia nada. Adultos não eram prioridade nas escolas de ballet. Finalmente, descobri que a mesma escola oferecia um curso, no horário da fome, entre 12h e 13h30, na Asa Norte. Part

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