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A turma, agora,  já era um pouco mais madura. Adolescentes e jovens adultas de  nível intermediário acabavam por me obrigar a crescer na marra.  Ainda me sentia meio excluída, mas estava determinada a seguir em frente. Sabia que nunca seria uma bailarina de verdade, mas queria crescer como aluna e colocar a arte na minha vida novamente.

 

Mas, quando tudo começava a entrar nos eixos, por causa de mudanças de horário no trabalho, tive de abandonar a turma. Procurei toda possibilidade de me recolocar no ballet, mas não havia nada. Adultos não eram prioridade nas escolas de ballet. Finalmente, descobri que a mesma escola oferecia um curso, no horário da fome, entre 12h e 13h30, na Asa Norte. Parti para lá, mesmo sabendo que pagaria caro pelo meu capricho de insistir no ballet.

 

A turma era bacana e a professora também. Havia rapazes no grupo, o que era muito animador. Todos estavam na casa dos 18 aos 22 anos e já aceitavam bem melhor a ideia de ter uma colega mais velha. O início da aula era sempre dedicado aos exercícios de chão, sequências de alongamento que me faziam lembrar o quanto estava longe de realizar meu sonho.

 

Novamente, quando meu corpo começava a dar os primeiros sinais de progresso, a academia anunciou o fim do horário, alegando muito pouco interesse do público. Mais uma vez, estava me sentindo órfã, desemparada e muito chateada. Agora, trabalhando no período da tarde - para tarde da noite -, sem muito horário para sair, comecei a buscar opções em academias da cidade no horário da manhã.

 

Muitas das aulas a que assisti não me pareciam ter o padrão de qualidade com que eu sonhava. Isso me deixava bastante decepcionada. Eu não buscava o ballet só para ter uma atividade física, nem para relaxar, queria aprender a técnica de verdade e, como consequência, desfrutar de todos os benefícios de que a prática traz.

 

 

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